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Teresa Paula Marques: “Sabia o que era o programa. Não fui ‘às cegas’”

Rufino Teixeira

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Segundo a revista TV Guia, Teresa Paula Marques terá começado o seu depoimento no Tribunal de Oeiras com um puxão de orelhas da juíza Ausenda Pires: “Desculpe, a senhora está a consultar apontamentos e não pode fazer isso em tribunal. Não tem autorização para o fazer em tribunal.” Teresa pediu desculpa e jurou que só tinha tomado notas do seu currículo. E que as cábulas eram para não se esquecer da sua formação e experiência profissional.

A ama, entre outras declarações, garantiu estar consciente do programa e da sua forma de produção. “Sabia o que era o programa. Não fui ‘às cegas’. É um programa interessante e que fazia falta na TV portuguesa“, defendeu, esclarecendo o tribunal de que a SuperNanny é só um “boneco“: “É uma personagem. Uma educadora, uma ama. Claro que a minha profissão é ser psicóloga e a pessoa que está por detrás da personagem em Portugal é uma psicóloga, mas esteticamente a pessoa que ali está não sou eu, nem sequer uso aqueles óculos ou aquele penteado. Sou apenas a cara do programa.

Falando em questões patológicas, Teresa Paula Marques defende que “aquelas crianças tiveram birras normais” e que “foram excluídas pela produção todas as crianças com patologias“, assumindo que a má educação não é uma questão patológica.

“Sou só a Supernanny”

Não sou um anjo da guarda nem faço milagres. Sou só a Supernanny. Bastou um empurrão para resolver os problemas e deixar as famílias mais felizes“, conclui.

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