Pedro Carvalho: “Não quero deixar de trabalhar no meu país, jamais!”

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O ator, Pedro Carvalho. © Global Imagens

Pedro Carvalho é um dos atores mais influentes da sua geração, que dá cartas de sucesso no Brasil. E aos 34 anos, o ator tornou-se figura do destaque na GLOBO. “Tento pensar no agora, aproveitar ao máximo cada oportunidade. Mas sem dúvida que, depois de fazer três telenovelas no Brasil, sinto a Globo como a minha segunda casa, o local de trabalho. Colegas e amigos de profissão também ajudam muito a que isso se torne possível. Estou muito feliz com a aposta que a Globo tem feito em mim. Nesta novela, A Dona do Pedaço, ganhei o meu espaço com o carinho que o público foi criando pela personagem, o Abel, e em tão pouco tempo já se tornou uma das personagem centrais da história“, comenta o ator.

O ator foi convidado depois de terminar a novela ‘O Outro Lado do Paraíso’. Foi uma personagem bastante polémica por ser um vilão e pelo par romântico ter sido com uma anã. Então acho que toda essa conjuntura levou a que me convidassem a fazer a novela seguinte.

Para esta personagem, onde dá vida a um padeiro, Pedro teve uma preparação única. “A Globo é exímia na preparação para cada projeto, tive vários ensaios de leitura, interpretação com a Paloma Rianni que é a coach da novela, aulas de corpo com o Vinícius, ensaios de câmara, diversos workshops de confeitaria onde aprendi mesmo a fazer bolos e vivências em fábricas. Depois, dei o meu toque de humor à personagem.

Ir para o Brasil obrigou-o a transferir-se para lá. uma mudança feliz, mas muito ponderada. “Toda a minha carreira até hoje tem sido pautada por escolhas muito ponderadas onde a primazia é e sempre será o desafio e o crescimento profissional. Tenho cada vez mais vontade de investir no mercado internacional. Mas isso não invalida que não volte a representar no meu país. Muito pelo contrário, dependerá sempre da proposta, do projeto. Por exemplo, depois de O Outro Lado do Paraíso, fui para Portugal fazer Terra Nova, do Joaquim Leitão, porque o projeto me pareceu muito aliciante. Não quero deixar de trabalhar no meu país, jamais! O ideal é ir fazendo esta ponte aérea Portugal-Brasil entre trabalhos.

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