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O reencontro de Bárbara Guimarães e Manuel Carrilho

O motivo desta reunião foi a análise de uma alegada ameaça do antigo ministro da Cultura à apresentadora. Segundo consta, e alegadamente, Manuel Maria terá atirado Bárbara Guimarães por umas escadas abaixo.

Cátia Ferreira

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Bárbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho

A revista Nova Gente pôde assistir ao reencontro no Campus da Justiça, em Lisboa, entre Bárbara Guimarães e seu ex-marido, Manuel Maria Carrilho.

O motivo desta reunião foi a análise de uma alegada ameaça do antigo ministro da Cultura à apresentadora. Segundo consta, e alegadamente, Manuel Maria terá atirado Bárbara Guimarães por umas escadas abaixo.

No entanto, verificou-se que, afinal, não existiam novas provas e que todas as existentes já haviam sido analisadas anteriormente. Tanto o Ministério Público como Bárbara Guimarães declararam não ter dados novos a acrescentar pelo que se passou logo à fase das alegações.

Advogado de Bárbara Guimarães tece elogios a Carrilho

Passando às alegações finais por parte dos advogados de cada um dos lados, o de Bárbara Guimarães, inesperadamente, teceu elogios a Manuel Maria Carilho enquanto figura cimeira da política e da cultura portuguesas, invocando, apesar disso e negativamente, os atos de violência à ex-mulher.

Já o advogado do ex-ministro recordou que não foi o seu cliente que foi “apanhado” com 2.9 g/l de álcool no sangue, que não foi ele que a fez abalroar nove automóveis num parque de estacionamento e que não foi ele que lhe apreendeu a carta por causa destes acontecimentos.

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Foi ainda relembrado pelo advogado do ex-marido de Bárbara Guimarães que o veredicto da última sentença havia sido a absolvição. O defensor de Carrilho ressalvou ainda o que já constava da anterior sentença de absolvição, isto é, não foi encontrada qualquer credibilidade nas situações descritas pela apresentadora sobre a noite de 14 de setembro e outubro de 2013.

Fontes próximas do tribunal expressaram a sua “estranheza” por este caso “estar nas mãos de alguém que é já pela terceira vez que julga processos que envolvem o ex-embaixador – a par de alguém que até já foi “sorteado” quatro vezes a Carrilho – o que é ética e legalmente condenável”. Quanto ao sorteio, a mesma fonte declara: “Na verdade, nada se sabe, mas todas as suspeitas são hoje plausíveis e legítimas com o que publicamente veio a lume sobre o que se tem passado no Tribunal da Relação de Lisboa, com os seus últimos presidentes acusados ou suspeitos de corrupção e de outros crimes graves”.

Fonte: Nova Gente

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