Ligue-se a nós

Reality Shows

Novo ‘Big Brother’ em análise!

Avatar

Publicado

no

Estreou este domingo a nova temporada do Big Brother. Foi o tão aguardado regresso do formato, que se estreou em Portugal há 20 anos. Nesta emissão, designada de “BB Zoom: A caminho da casa”, foram apresentados os concorrentes, que durante 14 dias ficarão isolados em apartamentos individuais, para posteriormente entrarem na casa, em conjunto. Para poderem entrar, serão submetidos a 2 testes ao COVID-19: um deles será feito 48 horas antes da entrada, o outro 24 horas antes. A casa onde ficarão hospedados daqui a 14 dias e durante 3 meses foi também apresentada.

O Mais Televisão esteve a assistir à estreia do programa e apresenta-lhe os pontos positivos e negativos da emissão.

Pontos positivos:

Apresentação – Cláudio Ramos foi pela primeira vez, o anfitrião do programa e a primeira experiência correu inesperadamente bem. Inicialmente, estava um pouco tenso e nervoso, como é compreensível mas depois conseguiu soltar-se e conduziu bastante bem as entrevistas aos concorrentes. O primeiro impacto é positivo! É caso para dizer que Cláudio Ramos surpreendeu na estreia, ainda que outro apresentador talvez pudesse ter brilhado ainda mais na estreia.

A casa – A casa na qual os participantes vão entrar daqui a 2 semanas é luxuosa, grande e tem todas as comodidades. É, sem dúvidas, uma das melhores casas de reality show deste género. Além disso, é diferente do habitual, só isso, já é um ponto a favor.

O estúdio – O estúdio é um ponto muito positivo. É grande, bonito e arejado. O olho do “Big Brother” iluminado fica muito bem no estúdio.

Parte gráfica – No que toca à parte gráfica, a nova “roupagem” do programa está perfeita. Grafismos muito bons. Modernos e atualizados aos tempos atuais. Logotipo é, sem dúvida, um dos destaques mais positivos do programa, mas é também um dos aspectos menos importantes.

Veja também:   Ana Garcia Martins acusa concorrentes de falta de honestidade

Pontos negativos:

Os concorrentes: O novo Big Brother vai ter 18 participantes e a TVI prometeu que este lote de concorrentes seria mais parecido com as pessoais reais. Há alguns concorrentes exagerados, forçados e pouco naturais e talvez, até, com sede de protagonismo. Outros são perfis realmente interessantes. Os concorrentes mais forçados não deveriam ter sido escolhidos. Encontramos também concorrentes que representam estereótipos, que a TVI podia não alimentar.

Gala sem público: Dada a situação que o país enfrenta é perfeitamente compreensível que não haja público, aliás, incompreensível seria pensar na hipótese de existir, mas uma gala deste formato sem público não é a mesma coisa. Este é dos formatos que mais “vive” das interações com o público e também com os familiares e amigos dos candidatos. O ideal teria sido adiar a estreia do programa para mais tarde, mas também podiam ter arranjado alternativas para, pelo menos, tentarem saber o feedback do público. A estreia deveria ter sido mais interativa.

Emissão não foi em direto: Muitas foram as pessoas que questionaram se o programa foi emitido em direto ou não. Não, o programa foi gravado, o que retira grande parte do entusiasmo e interesse. As emissões em direto são mais espontâneas, porque, apesar de haver um guião e alinhamento, há sempre acontecimentos inesperados. Uma emissão gravada é muito mais planeada e é sujeita a cortes e edições, suprimindo um pouco a essência deste tipo de formatos. A “emoção do direto” aqui foi inexistente. O Big Brother precisava disso.

Acompanhe todas as novidades da nova edição do reality-show, clicando neste link.

Anúncio
💬 COMENTÁRIOS | CLIQUE AQUI PARA VER E COMENTAR

Facebook

Anúncio

Mais vistas