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Ficção

“Nazaré”: Bernardo encontra arma em casa de Joaquim

Em “Nazaré”, Bernardo continua empenhado em descobrir o que se passou com Roberto. Reúne provas depois de ter recebido chamadas anónimas.

Cátia Ferreira

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Em “Nazaré”, Bernardo continua empenhado em descobrir o que se passou com Roberto. Tenta reunir provas junto de Joaquim depois de ter recebido chamadas anónimas lançando suspeitas sobre o pai de Nazaré. Depois de encontrar vestígios de sangue no carro dele e de os mandar para análise, decide confrontar Joaquim que insiste ser inocente.

Dolores sussurra ao marido para que diga se fez alguma coisa mas ele continua a dizer que não fez nada. Entretanto, o marido de Olívia encontra uma arma envolta num pano debaixo do lava-loiça. Chocado, o pintor afirma que a arma não é dele e que alguém a colocou ali. Bernardo questiona: “É a arma que o Roberto lhe pediu para esconder?”, Joaquim confirma: “É! E tinha desaparecido… Bernardo, tu sabes disso”.

Dolores e Nazaré ficam sem palavras ao perceberem que ele conhecia Roberto. Entretanto, chega Duarte que revela que já arranjou um advogado para defender o sogro.

O dono do café continua a teimar com Bernardo: “Bernardo, tudo o que eu disse até agora é verdade. Eu tirei a arma de casa quando o Cortez saiu da prisão. Não sei como é que voltou para aqui, juro que nunca mais a vi”. Joaquim continua: “A arma é do Cortez. O Roberto entregou-ma antes de desaparecer, porque supostamente foi com ela que o Cortez matou um membro da organização. Era uma prova que, entretanto, desapareceu, e voltou a aparecer sem eu saber como!”.

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Duarte fica com a sensação de que estão perante uma cilada e decide levar a arma para ser analisada pela balística e pede a Joaquim que não saia da Nazaré nos próximos dias.

Depois da PJ sair, Nazaré pede ao pai que lhe conte tudo o que se passou. O dono do café revela então que só quis parar Cortez e que ninguém sabe se Roberto está ou não vivo. “Quando o Joaquim achou que o Cortez podia vir à procura da arma que o incrimina, escondeu-a noutro lado. Mas depois alguém tirou a arma do esconderijo e trouxe-a de volta para aqui”.

Mais tarde, no mercado, surge Júlia, que quer saber o que Joaquim fez a Roberto mas este garante que apenas o ajudou. Discutem e no meio da confusão Júlia aproveita para pegar nas chaves e escondê-las. A mulher de Duarte vê tudo. “Tudo indica que este homem é o assassino do meu marido!”, refere a vilã, atirando-se à patroa. “Se quiseres despedir-me, estás à vontade. Nada vale mais do que a justiça pelo que fizeram ao meu marido!”, diz, saindo em seguida.

Fonte: Telenovelas

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