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“Nazaré”: A morte de Verónica. A conversa emocionante de Bernardo com a mãe

Nos últimos episódios, é Bernardo que acaba por mandar a mãe para a morte. O rapaz imobiliza a vilã numa conversa emocionante.

Rufino Teixeira

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Verónica, durante meses e meses, fez tudo para alcançar os seus objetivos, nem que para isso tenha destruído a maior parte do elenco de “Nazaré”. Nos últimos episódios da novela da SIC, que estão a começar, Verónica terá o final que merece: a morte. Tal como noticiado por nós, a vilã irá morrer no final da trama.

Mas, hoje, revelamos todos os pormenores da morte da vilã. Depois de ser detida pela polícia, a grande vilã ainda vai ter uma sorte. Num plano, por si estudado, Verónica vai com o agente Santos até sua casa, e acaba por conseguir fugir. Nesse momento, Duarte é avisado e desloca-se até ao local com Nazaré.

Com o auxílio de Bernardo, todos descobrem que a vilã vai fugir de carro. E é por isso, que na manhã seguinte, Duarte, Nazaré e Bernardo vão até ao local, na esperança de encontrar a vilã. Bernardo queixa-se que quer ir à casa de banho, e é aí, que Duarte decide acompanhar o sobrinho. Ao ausentarem-se do local, Nazaré, sozinha, vê o carro de Verónica. “Anda cá! Tu não vais fugir! Depois de todas as porcarias que fizeste, o teu lugar é na prisão”, avisa Nazaré, enquanto corre atrás da vilã.

Já junto da vilã, Nazaré tenta prende-la, mas esta acaba por conseguir soltar-se e fugir para o carro. É aí que Nazaré abre a porta do pendura, e as duas lutam de forma muito agressiva. Com Nazaré a cair do carro, a vilã arranca, mas surge Bernardo à sua frente. Verónica, sem coragem para atropelar o filho, pede-lhe que saia. “Eu sei que fez mal a muita gente, e que aconteceram coisas horríveis, mas eu aprendi coisas boas consigo”, começa por dizer Bernardo, deixando a vilã emocionada. “Foi a mãe que me ensinou que devemos acreditar no que vemos… e que dizer a verdade é importante. Está na hora de seguir as suas palavras e fazer o que é certo”.

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Verónica fica emocionada com tudo isto, e acaba por desligar o carro. Mais tarde chega a polícia e acaba por deter a vilã.

A vingança de Nuno contra Verónica

Nuno, ao perceber que a vilã está a ser encaminhada para o posto da PJ, decide fazer justiça pelas próprias mãos. Então, o antigo segurança decide ir atrás do carro da polícia, travando o seu carro à frente deles. Nuno sai do carro e atira, pela janela aberta, uma lata de fás. O interior enche-se de fumo, e é aí que Nuno rapta a vilã.

Instantes depois, Verónica é levada por Nuno para uma lancha rápida. A mãe de Érica ainda tenta fugir, mas o barco balança perigosamente. Nuno jura que a vai matar, e dar-lhe o fim que esta merece. “Não mereces ir presa, mereces um castigo à medida do que fizeste”. Nuno tira uma arma da cintura, e vê que só tem uma bala. Atira a arma para o bote onde está Verónica. “Tem uma bala. Podes usá-la em mim e abrir o teu caminho de vez até ao inferno… ou podes acabar com o teu tormento, quando a água que te deixei acabar. Escolhe bem”, diz-lhe o ex-amante.

Em seguida, Nuno liga o motor do seu barco, e a vilã pega na arma. O seu amado afasta-se, e a vilã percebe que não vale a pena atirar contra ele. Verónica deixa-se cair e chora desalmadamente no chão. Dias mais tarde, surgem os destroços do mar. Agora, resta saber o que se passou até aí. Terá mesmo Verónica morrido, ou conseguiu fugir?

23 anos. Estudante de Geografia na FLUP. Um apaixonado pela cultura, comunicação, pelo território e pela sociedade. Um defensor do equilíbrio "homem-terra", daí defender teorias de conservação e gestão da natureza. Está no MAISTV como fundador e administrador geral.

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