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Ficção SIC

Margarida Vila-Nova de regresso à SIC: “Interessa-me fazer parte de novos desafios”

Cátia Ferreira

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Aos 37 anos, Margarida Vila-Nova volta à SIC para interpretar Vera na série “O Clube” que estará disponível na nova plataforma de streaming do canal: OPTO.

A revista TV Mais falou com a atriz sobre este regresso que surgiu do convite da realizadora com quem se estreou nestas lides. Margarida Vila-Nova mostra-se entusiasmada: “Por ser um desafio numa nova plataforma de comunicar e da ficção se apresentar. A mim, interessa-me fazer parte de novos desafios. É também uma forma de chegar a outros públicos… É, sem dúvida, uma nova forma de chegar a outros públicos, são outros formatos”.

Algo importante para o seu percurso enquanto atriz é a diversificação. Admite que é algo que tem em conta e que procura fazer: “Hoje em dia, e como o mercado se tem expressado nos últimos anos, quanto mais canais, quanto mais plataformas, quanto mais diversificada for a oferta, mais interessante se pode tornar o nosso percurso, porque permite-nos fazer produções de curta e média duração, saltar mais facilmente de trabalho em trabalho e com isso desempenhar mais personagens, ter novos guiões, produtoras, realizadores. É uma porta para novas oportunidades”.

Margarida descreve a sua Vera na série: filha do dono do clube, cerca de 30 anos e é uma empresária da noite. Pretende tornar o negócio mais apelativo, trata os tráficos humano e de drogas assim como a prostituição com muita frieza, sendo, no entanto, uma mulher muito solitária. A atriz revela: “Nunca interpretei nada próximo desta Vera, pela forma como ela se comporta, como ela anda, como ela gere. Há um lado frio e prático que nunca tinha desempenhado em televisão”.

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Para interpretar este personagem, a atriz foi em busca de saber como é ser uma mulher da noite num universo de homens, em que são eles que, normalmente, gerem. Entusiasma-a o facto de nesta série as personagens femininas terem um papel muito forte e determinante. Margarida conta que foi “um trabalho de busca um bocadinho solitário… E fiz pesquisa na Internet, passei horas a ver mulheres a falarem”…

Margarida conta como foi gravar “O Clube” em plena pandemia: “É um exercício de grande responsabilidade. Nós somos testados regularmente. É diferente, temos um ambiente de mais cuidado, cautela. É um outro desafio: ultrapassarmo-nos, reinventarmo-nos de forma a podermos filmar, embora para um ator seja sempre complicado evitar a proximidade, o toque, mas é necessário. Com todos os cuidados que nos são exigidos, ainda é possível fazer um bom trabalho”.

Pessoalmente diz viver estes tempos “dia a dia, senão hora a hora, há alturas em que estamos mais otimistas, outros em que estamos pessimistas, mais ou menos confiantes”.

Fonte: TV Mais

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