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Manuel Moura dos Santos sem medo da “concorrência”

O jurado de “A Batalha dos Jurados” garante estar confiante dos seus magníficos, contudo, só os melhores devem chegar à final.

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A participar no programa “A Batalha dos Jurados”, da RTP1, Manuel Moura dos Santos mostra-se confiante nos seus magníficos.

Nesta batalha, o jurado não teme os seus rivais, embora reconheça que todos têm grupos fortes e com potenciais vencedores, como refere à TV Mais. Eu estou satisfeito com os meus oito concorrentes, garante.

Quanto às estratégias adotadas para levar os seus concorrentes à final, Manuel Moura dos Santos refere que tem de tudo no seu grupo, até porque é a diversidade que caracteriza o programa. Contudo, afirma que apenas devem passar à final os melhores concorrentes, independente de que jurado forem.

Manuel Moura dos Santos: “Os tempos são outros”

Quando questionado sobre a sua mudança de atitude, o jurado refere que “os tempos são outros”. “O programa não pede isso, ou seja, ser tão implacável como antes. Tem características diferentes. Além disso, os tempos são outros”. Foi mais longe e afirmou que noutros países “os jurados dos talent show também estão diferentes”, referindo que “é uma tendência”.

Relativamente aos talent shows, não considera que “não é tão exagerado como já foi” e que por lá passam “gente boa”. Aliás, apesar do “ensino artistítico ser muito fraco” quando comparado com outros países, o jurado do “Got Talent” considera que Portugal apresenta um nível de concorrentes muito bom. “Isso acontece orque antes havia gente que não queria ouvir falar nestes programas de TV, mas que agora os vê como um veículo para mostrar o seu trabalho”, afirma Manuel Moura dos Santos.

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As consequências da COVID-19

A interrupção do programa devido à pandemia da COVID-19 trouxe algumas consequências para o desenrolar do mesmo. Segundo o jurado, “foi muito mau o que aconteceu porque as pessoas criaram laços com os concorrentes que foram quebrados”. Afirmou que “retomar a ligação que existia entre o público e os concorrentes foi impossível”. “O nosso programa acabou por ser muito prejudicado”, avança.

Sobe a concorrência: “Parece que pagar a multa lhes compensa”

Apesar de o programa ter registado excelentes resultados em termos de audiência no início, a interrupção não ajudou a manter esses resultados. Tudo porque “quando regressou, a concorrência era, de facto, muito forte”. Porém, Manuel Moura dos Santos garante que não é só. “A RTP1 tem de obedecer a certas normas, como, por exemplo, fazer os intervalos. As estações privadas às vezes não fazem os intervalos e pagam uma multa. No entanto, parece que pagar a multa lhes compensa”, refere.

22 anos. De alma portuguesa e de sotaque portuense, ainda que pouco acentuado. Adoro a minha cidade, o Porto, e a minha pátria, Portugal, ainda que não esteja de acordo com algumas ideias pré-definidas da mesma. Entre as minhas qualidades destacam-se a persistência, a força de vontade, o empenho e a vontade de trabalhar e inovar. Autodidata no que diz respeito à blogosfera e tecnologias, ambiciono aperfeiçoar cada vez mais o meu trabalho.

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