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Fernanda Serrano: “A TVI não desaprendeu, a SIC é que se preparou.”

Rufino Teixeira

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No início do verão, Fernanda Serrano pôs um ponto final no seu casamento de 15 anos. Já não dava mais, reconhece a atriz. “Não encaro o casamento com o Pedro [Miguel Ramos] como um falhanço. O meu casamento gerou os meus maiores tesouros: os meus quatro filhos. Se este casamento não tivesse acontecido, não seria mãe destas crianças que me fazem tão feliz“, começa por dizer a atriz à TV Guia.

Para a atriz, a relação que terminou não significa insucesso. Apenas “teve o tempo que teve”. “Há relações assim. Há umas que perduram, as que perduram bem, e outras que perduram mal. Eu não queria que a minha perdurasse mal. Temos de valorizar a nossa vida, mais do que aquilo que fazemos, por vezes. Esquecemo-nos de que a vida está a passar. Ela não pára. Todos os minutos, todas as horas, contam“, considera.

Apesar do casamento ter durado 15 anos, Fernando não duvida de que já não era feliz. “Vou aceitar como tendo sido uma coisa boa na minha vida e necessária para terem acontecido estes quatro grandes amores e para eu ter uma história bonita para lhes contar. Ainda só tenho 46 anos. Isto é, não ia desperdiçar mais metade da minha vida conformada com uma relação. Se já não nos fazia felizes, havia que tomar uma decisão.

Esta decisão foi notoriamente “ponderada”. “A grande responsabilidade que temos na vida enquanto pais é promover a alegria e a felicidade dos nossos filhos. Eles são a minha prioridade. Portanto, tinha de construir uma situação para que sofressem o menos possível“, remata a atriz, explicando que a sua mãe foi um dos grandes pilares.

VIDA PRIVADA

Na vertente mais profissional, Fernanda considera-se uma atriz que “respeita muitíssimo aqueles com quem trabalha. Desde os colegas de elenco à produção, passando pelas secretárias de produção, assistentes de produção, o motorista..” Por isso que já soma 25 anos de carreira, significado de “um bom percurso, que tenho tomado boas decisões, que tenho feito uma boa gestão da minha carreira, que tenho trabalhado com as pessoas certas e que me tenho rodeado de gente de bem.

A ficção da TVI sempre deu muitas garantias e a liderança era quase absoluta. No entanto, tudo mudou e a SIC é, atualmente, líder indiscutível. “Para me deixar descansada, acredito que não é por demérito nosso. É mérito da SIC. Não deixámos de saber trabalhar, de fazer ficção ou de fazer entretenimento. Não é isso. A TVI não desaprendeu, a SIC é que se preparou.”

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