EXCLUSIVO MAIS TELEVISÃO: Amigo de Renato Seabra, Diogo Costa, em Entrevista – Parte 2

Leia a 1ª Parte da Entrevista: EXCLUSIVO: Amigo de Renato Seabra em Entrevista – Parte 1

Conheceu algum namorado do Renato, ou algum rapaz que saiba com quem se tenha envolvido, mesmo que só emocionalmente?

Mulheres apenas. Nunca tal deu a entender interesse em homens. Sempre amou mulheres.

“O Renato nunca foi uma pessoa violenta, nunca o vi metido em discussões ou agressões físicas ou verbais.” – Diogo Costa, amigo de Renato

Referiu em entrevista que “Aquilo […] deve ter sido provocado por algo muito grave”. O que acredita ter acontecido para motivar o Renato a assassinar Carlos Castro?

O Renato nunca foi uma pessoa violenta, nunca o vi metido em discussões ou agressões físicas ou verbais. Era de todos, os de todos, o mais pacifico.

Renato e o amigo Diogo

 

Mas ele nunca comentou consigo nada relativamente a isso? O Diogo não tem alguma “suspeita”?

Não vou tecer comentários sobre isso. Acho que são temas que não devem estar expostos na comunicação social.

 

Segundo o corpo clínico que avaliou o Renato, não foi confirmado que o seu amigo teve um surto psicótico. Acredita que o diagnóstico foi correto?

Não sou médico, nem psiquiatra para fazer tal avaliação. Sei que o Renato sempre foi uma pessoa calma e de valores.

“Nos EUA, os julgamentos não são como em Portugal. Nos EUA quem manda é um Júri.”

 

Considera justa a pena aplicada?

Em Portugal o diagnóstico de psicose é feito por médicos ligados à saúde mental. Mas sempre médicos.

Sabe qual a constituição do corpo clinico que avaliou o Renato? Seriam todos médicos? Consta que não.

Nos EUA, os julgamentos não são como em Portugal. Nos EUA quem manda é um Júri. Enquanto em Portugal a palavra do médico é soberana, sempre que comprovada, nos EUA nem sempre é assim.

 

A acusação sustentou que o Renato estava “a fingir”, os médicos atestaram que o “paciente estava fora da realidade”. Acha injusta a pena?

Os médicos atestaram que o “paciente estava fora da realidade”.

Pois.

Em Portugal o médico é soberano nestas questões. São eles que estudam estas situações. Eles percebem melhor que ninguém. Não me compete a mim dizer que é justo ou injusto.

 

Esteve nos Estados Unidos nomeadamente em Manhattan e depois visitou o Renato na prisão duas vezes. Quando foi isso?

Duas vezes ?

 

“A imprensa não sabe de nada.”

 

Foi o que surgiu na imprensa…

Estive lá quase duas semanas. Existem dias próprios para visitas.

Pois mas a imprensa não sabe de nada.

 

Daí estar a questionar o Diogo para sabemos como foi…

Visitei o Renato várias vezes, juntamente com a mãe e também o pai. Tanto em 2011 quando tudo aconteceu, como em 2012.

 

Depois disso visitou-o mais alguma vez?

Não. Apenas comunicamos por telefone e por cartas. Agora apenas por cartas.

 

Há alguma coisa que ele lhe tenha dito que considere importante revelar?

Não pretendo responder a isso.

 

Pensa voltar a visitá-lo?

Sim. Este ano ainda, se conseguir. Gostaria imenso disso.

 

Pensa levar-lhe alguma coisa?

Sim. O vinho Galifão se conseguir, fotos minhas e dos nossos amigos para ele poder ver. Considero muito importante para ele ver.

 

“Foi muito difícil para mim. O Renato é como um irmão para mim.”

 

Como foi para si lidar com esta situação?

Foi muito difícil para mim. O Renato é como um irmão para mim. Quando soube fiquei imensamente triste. Nunca pensei que uma situação dessas pudesse ocorrer a alguém tão próximo.

Renato Seabra e o amigo Diogo Costa

 

Em que e em quem se refugiou?

Com a família dele e com a minha. Ambos partilhámos a nossa dor.

 

Voltando ao seu atual projeto na empresa familiar. Sente-se realizado?

Sinto-me bem, mas ainda tenho muito para crescer.

 

Tem alguma mensagem que queira deixar a alguém que cometa um crime e o assuma?

Obviamente que não.

 

“Coisas más acontecem. Tudo foi mau, para ambas as partes.”

 

Leia a 1ª Parte da Entrevista: EXCLUSIVO: Amigo de Renato Seabra em Entrevista – Parte 1

 

E aos familiares e amigos dessa pessoa?

Não tenho mesmo nada para dizer, além da minha tristeza com tudo o que aconteceu. Coisas más acontecem. Tudo foi mau, para ambas as partes.

 

O que diria aos familiares e amigos de Carlos Castro?

Imensa pena minha por as coisas terem acontecido da forma que aconteceram. Tenho pena pelo Sr. Carlos e pelo meu amigo Renato. Ambos deveriam estar bem.

 

“[Quando sair, se o Renato] quiser trabalhar comigo tem as portas abertas.”

 

Sabe o que o Renato pensa fazer quando sair da prisão, se sair?

Ainda não. Mas se quiser trabalhar comigo tem as portas abertas.

 

O mais televisão tentou contactar quer Renato Seabra, como familiares ou outros amigos, sem sucesso até à publicação desta entrevista. Se entretento surgir mais alguma informação ou disponibilidade para uma entrevista agradecemos que entrem em contacto com o site mais televisão para vitormadeirasilva@maistelevisao.pt .

Aos nossos leitores prometemos trazer sempre que se justifique Exclusivos mais televisão.

 

Acompanhe o mais televisão nas redes sociais para saber tudo em primeira-mão:

Facebook

Grupo no Facebook

Instagram

Não se esqueça de ativar as notificações!

 

Talvez tenha interesse em:

Bruno Nogueira sobre ‘Supernanny’: “Internem a psicóloga e acabem com essa vergonha”

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here