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Divulgada a lista de apoio institucional aos órgãos de comunicação

Foram anunciados esta terça-feira, 19, os montantes do apoio do Estado aos diferentes órgãos de comunicação social, nacional e regional. Dos 15 milhões de euros previstos, cerca 11,2 milhões são para grupos nacionais.

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Jornais

O apoio institucional aos órgãos de comunicação foi anunciado esta terça-feira, 19, em Resolução de Conselho de Ministros. De acordo com o documento publicado, a compra de publicidade “no âmbito da pandemia da doença COVID-19” vai decorrer até ao final do ano. Os 15 milhões de euros vão ser divididos por grupos de comunicação de âmbito nacional (11,250 milhões de euros), jornais regionais (2,019 milhões de euros) e rádios locais e/ou regionais (1,731 milhões de euros). Os grupos Impresa, Media Capital e Cofina são os que ficam com a fatia maior dos apoios.

Porém, na prática, o apoio não totaliza os 15 milhões de euros, já que é aplicado o IVA à taxa legar em vigor de 23%. Assim, o Estado recupera 2,8 milhões de euros do investimento inicial.

Segundo a Resolução, “na atual situação de pandemia, o seu papel [órgãos de comunicação social] assume ainda maior relevância, no esclarecimento e prevenção da doença, no combate à desinformação e na oferta de entretenimento e cultura aos cidadãos confinados em casa.”

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Apoios para os órgãos de comunicação nacional

A nível nacional, logo a seguir à Impresa e à Media Capital surge a Cofina (Correio da Manhã, CM TV e Jornal de Negócios), com um valor de 1,691 milhões deeuros, e a Global Notícias (Jornal de Notícias, Diário de Notícias e TSF), com 1,064 milhões de euros. Depois está a Rádio Renascença (480,2 mil euros), a Trust in News (Visão e Exame, com 406 mil euros), Sociedade Vicra Desportiva (A Bola, 329 mil euros), Público (314,8 mil euros), Newsplex (jornais Sol e i, 38,6 mil euros), Megafin (Jornal Económico 28,8 mil euros), Avenida dos Aliados (Porto Canal, 23,2 mil euros), Observador (19,9 mil euros) e Swipe News (Eco, 18,9 mil euros).

Os órgãos de comunicação locais não foram especificados no documento, mas sabe-se que projetos jornalísticos independentes como ‘Divergente’ e ‘Fumaça’ não integram a lista de apoios institucional para a compra de publicidade.

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