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Dina Aguiar diz querer continuar a trabalhar, mesmo depois dos 65

Rufino Teixeira

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Aos 65 anos, Dina Aguiar é um dos rostos principais do ‘Portugal em Directo‘. A jornalista comenta esta longevidade em televisão, como algo que não tem a ver consigo, mas “antes com o Universo“. “Uma vez, disse a um jornal: “Estou aqui por Deus!” Acho que todos temos uma missão e, por isso, trabalhei a minha parte energética e espiritual.

Sendo um dos rostos do programa das 18 da RTP1, e de outros formatos, Dina assume que não gostaria de voltar a apresentar o ‘Telejornal‘, porque “é outro tempo!“, e “as notícias têm uma carga muito negativa“, opondo-se ao que gosta de apresentar: “coisas positivas. É por isso que me identifico mais com o Portugal em Directo.

Agora fala-se em precariedade nas peças jornalísticas. Dina responde. “Noutras estações vejo pessoas muito jovens a fazerem directos em situações precárias, sem condições logísticas de trabalho, o que nada têm a ver com a forma de trabalhar aqui, na RTP. Esses jovens em início de carreira sujeitam-se a coisas que um jornalista como eu, com anos de profissão, não faz. Se puser em causa a minha credibilidade, recuso-me.” Quando entrou na RTP, Dina diz que se sentiu uma privilegiada. “Quando entrei para a RTP era exactamente o oposto. Tive todas as condições, integrei a equipa da Informação 2, um grupo de jornalistas de elite, com o Miguel Sousa Tavares, Joaquim Furtado, Solano de Almeida, Mega Ferreira, José Júdice, Diana Andringa e Margarida Marante. Fui uma privilegiada e muito apoiada. Éramos de um rigor absoluto: na linguagem, a confirmar as fontes, a fazer o contraditório. Hoje vale tudo.

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Quanto ao futuro, Dina diz querer mais. “Claro. Não me dói nada. Não tenho dores, não tomo comprimidos, deito-me e adormeço de imediato. Acordo feliz e contente. Sempre bem disposta. Sinto-me com a energia de 30 anos, ou menos. Se calhar, aos 30, tinha mais dores do que tenho hoje. Faço ginástica, uma alimentação saudável. Sinto-me bem, lúcida, ainda não avariei da cabeça“, diz, acrescentando que não sabe se se vai reformar. “Se surgir aqui um projecto novo, tenho que pensar se o abraço. Enquanto sentir que ainda tenho algo para dar às pessoas…”, conclui.

23 anos. Estudante de Geografia na FLUP. Um apaixonado pela cultura, comunicação, pelo território e pela sociedade. Um defensor do equilíbrio "homem-terra", daí defender teorias de conservação e gestão da natureza. Está no MAISTV como fundador e administrador geral.

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