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Conhecidos os novos acionistas TVI

Cátia Ferreira

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Após a venda da Prisa, antiga detentora de 64,47% da Media Capital, foi divulgada a nova estrutura acionista do grupo que detém a TVI e a Rádio Comercial.

Segundo a revista Visão, Mário Ferreira, dono da Douro Azul é agora o maior acionista da empresa com 30,22%, juntamente com a sua esposa.

Os restantes 64,47% renderam à Prisa 36,85 milhões de euros e foram distribuídos por empresas e particulares de várias áreas. Depois de Mário Ferreira, a maior fatia fica a cargo da Triun SGPS, holding com atividades centradas no imobiliário e na agricultura dirigidas por Paulo Gaspar que passa a deter 20% da Media Capital.

A terceira maior parte, 16% das acções, foram compradas pela Sociedade Zenithodyssey. O consórcio é composto por cinco investidores ligados à área imobiliária e à indústria têxtil em que 50% da sociedade pertence à CIN (Corporação Industrial do Norte), dona da marca das tintas com o mesmo nome.

Na quarta maior posição estão oito investidores onde consta o cantor Tony Carreira. 12% é o peso adquirido no capital social. Segue-se a Sociedade Fitas & Essências que fica com 3% da Media Capital.

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A apresentadora Cristina Ferreira adquiriu 2,5% da Media Capital através da Docasal Investimentos, sediada na Ericeira, que lhe terá custado um valor aproximado de 1,5 milhões de euros. Destas ações, parte pertencem ao pai da agora diretora da TVI.

A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários só obriga a comunicar publicamente os detentores de mais de 2% do capital de uma empresa. Nos múltiplos negócios nestas condições está o actor Lourenço Ortigão.

CMVM chama Cristina Ferreira e Mário Ferreira

Entretanto, o Jornal Negócios avança que Cristina Ferreira e o maior acionista da Media Capital, Mário Ferreira, foram ouvidos pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários. A CMVM pretende apurar a existência de concertação entre Mário Ferreira e a Prisa. Foram também ouvidos o anterior presidente executivo, Luís Cabral, e outros elementos da anterior e atual equipa da dona do canal de televisão.

Segundo o jornal, caso o regulador considere que existiu concertação e uma alteração do controlo com a entrada de Mário Ferreira, este deverá ser obrigado a lançar uma OPA sobre a Media Capital.

Fonte: Visão e Jornal de Negócios

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