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Big Brother

“Big Brother”: presenças valem cerca de 300 euros

Os concorrentes da última edição do “Big Brother” ganham menos dinheiro que concorrentes de outros reality shows. Tal se deve à COVID-19.

Cátia Ferreira

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Os concorrentes dos anteriores reality-shows ficaram associados às presenças em discotecas onde conseguiam ganhar muito dinheiro. No entanto, esta realidade mudou para os concorrentes desta edição do “Big Brother“. Tal aconteceu devido às limitações inerentes à pandemia da COVID-19, nomeadamente no que concerne à reabertura de discotecas e espaços nocturnos.

Agora, para além de linhas de roupa que vão criando e promovendo – como é o caso do Hélder – uma nova forma de obter rendimento é através das redes sociais.

A revista TV Guia apurou que as concorrentes mais requisitadas para o mundo digital são a Iury e a Jessica que cobram 250 euros por cada storie no Instagram e 500 euros por cada post.

Um dos agentes revela que o valor poderá ascender aos 750 euros caso o número de seguidores aumente consideravelmente. Quanto aos homens, a preferência das marcas recai sobre Pedro Alves e Hélder, sendo que os valores envolvidos são semelhantes.

Veja também:   "Big Brother – A Revolução": conheça mais pormenores

Prevê-se que as presenças possam começar a surgir. Por exemplo, a Sandrina, revelou a própria, estará num restaurante no Norte com restrições no número de pessoas e com o dever de marcação prévia. O valor cobrado ronda os 300 euros com direito a hotel e refeições pagas. O casal Pedro Alves e Jéssica cobram cerca de 500 euros por uma presença.

Estes valores estão bem longe do que se pagava pela presença de concorrentes como João Mota, Marco Costa ou Daniela Pimenta que rondavam entre os 900 e os 1250 euros.

Fonte: TV Guia

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