‘A Teia’: Elvira culpa Domingos pela morte de Paulo

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© TVI

Em ‘A Teia’: Elvira tem a certeza de que sabe quem é o homem por detrás das ameaças, porque o viu numa mota exactamente igual à de Domingos. No entanto, Dalila garante que o rapaz nada teve que ver com a morte de Paulo ou com o que aconteceu a Margarida e António. A freira diz que não vai continuar a ser vítima de chantagem nem de ameaças e que vai, portanto, agir.

Com a concordância de Jaime e Ricardo, esta manda um homem raptar Domingos do armazém, pouco depois de ter havido um ataque ao local. Humberto escapa, mas Domingos é levado sem saber porquê. Dalila assiste a tudo, assustada, e liga a Ricardo pedindo para não magoarem o rapaz mas este diz que Elvira tirará a prova dos nove sobre quem é de facto este homem. O rapaz chega a uma casa vendado e amarrado. Dalila tenta acalmar a freira, mas em vão. Esta jura que não vai sucumbir a ameaças e que o assunto será resolvido naquele momento. Elvira faz-lhe várias perguntas de forma ríspida e obriga-o a confessar as ameaças e os ataques. Mas o rapaz nega saber seja o que for. Louca, a freira enfia-lhe um saco na cabeça para lhe tirar o ar, garantindo que ele falará desta forma. Dalila fica em pânico, pois teme que a freira o mate. Apesar de maltratado, Domingos acaba por não ser a pessoa que Jaime, Ricardo, Dalila e Elvira queriam. Contudo, a freira diz que alguém está a usar os contactos que eles têm para os tramar e os incriminar. Domingos é deixado à porta de casa muito maltratado, e Renata e Bruno ajudam-no. Ele apenas pede para não chamar a Polícia. Bruno, Renata e Mayara – que aparece entretanto – tentam perceber o que se passou com Domingos, que afirma que não aconteceu nada de especial, apenas caiu da mota.

Mais tarde, Jaime, Ricardo, Elvira e Dalila falam das ameaças quando subitamente se vêem trancados no carro onde estão. A freira tenta abrir a porta quando reparam que está a sair fumo da sofagem… Fumo tóxico. Todos tentam sair da viatura, em vão, até Ricardo pegar numa pistola e partir o vidro. Saem todos sãos e salvos, não sem antes receberem uma mensagem: para a próxima não escapam. 

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