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É o dia do casamento de Helena e Eduardo em ‘Paixão‘. Subitamente, batem à porta e surge Fátima, a mãe da jovem. “Então, já estás vestida? Queria ter-te ajudado… Estás tão bonita… Obrigada por me teres ligado…“, exclama a progenitora. Helena olha-a com indiferença. Pega numas algemas e afirma. “Hoje, é um dia muito especial, é o início de uma nova vida e não há coisa nenhuma que vá estragar isso“, diz, ao mesmo tempo que disfarça e as agarra colocando-as atrás das costas.

Fátima parece feliz por ver que a filha está a seguir com a sua vida. “Não fazes ideia como é bom ouvir-te falar assim. És tão bonita, meu amor… Posso-te abraçar?“, pergunta. A vilã aceita, mas, no momento em que o faz, coloca-lhe a algema: “É pena eu não acreditar numa palavra que saia dessa boca. Além disso, disse que nada ia estragar este dia, não disse?

Depois, arrasta-a para cima da cama com violência, com a mãe ao gritos, em pânico. Prende-a ao pé da cama. “És maluca, solta–me! Socorro“, grita. “E está caladinha! Ou achavas o quê, que vinhas fazer o número da arrependida e ficava tudo bem? Quero-te aqui quieta!“, grita a vilã, ao mesmo tempo que segura uma arma e a aponta para manter a progenitora quietinha. Entretanto, amordaça a mãe e sorri, com um ar maquiavélico.

Uma vitória… para já!

O casamento é singelo e simples. Helena sente-se vitoriosa. Eduardo é um homem tão perigoso quanto ela e agora tem não só Zé mas também Miguel na mão, pois o marido prepara-se para adquirir parte dos bens de Luísa… ao qual ela tem direito por ser sua irmã. Já é público que Alexandre é seu pai e a abandonou em África.